Escritor
“Faço palavras crerem que significam alguma coisa.”
Sobre
Eu e minha história
“Qualquer semelhança com a realidade é mera casualidade.”
Cronista, poeta. E isso tudo aí que você pode ler.
Meus primeiros rabiscos foram na terceira série do ensino fundamental. Colégio Magnum. O ano era 2003. Eu já tinha meus 10 anos nesse tempo.
O blog nasceu como “Autor Online” em 2007, tornou-se “Autorias de um Louco” em 2009 e, em 2021, “Antonio H Fernandes”.
Talvez os anos tenham me tornado mais sério. Ou talvez eu tenha tornado os anos menos sérios.


Comecei a estudar as leis em 2013, na faculdade Milton Campos. Tenho estado preocupado em vencer discussões e ser chato com os outros já bem antes disso. Meus primeiros rabiscos no texto “A Arte da Manipulação de Pessoas” datam de maio de 2010.
Por outro lado, eu tenho sido teimoso em decidir o que fazer das leis. Ainda estou incerto se eu as odeio porque estão erradas ou se estão erradas porque eu as odeio. Nesse meio-tempo, pratico desobediência civil com opiniões sinceras sobre a realidade errática da nossa política confusa.
Também fiz eventos no Distrital, na Layback e na Sync. E alguns outros lugares. Entre produzir, comunicar e projetar experiências culturais, fui aprendendo a dar trabalho às ideias.
Uma festa começa antes de alguém decidir sair de casa. Tem uma combinação de música, experiência e arte. Sabores, cheiros e impacto. Fazer parecer espontâneo costuma exigir atenção e check lists compridos.
Talvez seja outra forma de escrever. Só que, dessa vez, preciso convencer as ideias a sair de casa.

Escritor, poeta
Ainda que eu transite nos mais diversos projetos, criatividade e opinião forte são características íntimas.
Minha história também passa pela presidência de diretório acadêmico, por equipes de CS:GO, pela cocriação de startups em esportes eletrônicos, pela pesquisa no Ministério Público, pelo estágio tributarista na PBH e pelos 400 metros do atletismo da AAMC.
Pode esperar soluções inovadoras e abordagens plurais de tudo que faço.
Sou movido pelo novo. Movido pela descoberta.
Dominó
“Faço palavras crerem que significam alguma coisa.”
“Ainda estou incerto se eu as odeio porque estão erradas ou se estão erradas porque eu as odeio.”
“Sou movido pelo novo. Movido pela descoberta.”