Abre a porta e geme o vento.
Percebe-se que já não é vão momento.
De prazer as mulheres enlouquecem.
Já não é sem tempo, todas obedecem.
Sou eu que chego.
Poesia · 2012
A porta se abre antes de alguém aparecer. O vento geme, a espera perde a compostura e o quarto parece já saber quantos convidados cabem na noite.
Abre a porta e geme o vento.
Percebe-se que já não é vão momento.
De prazer as mulheres enlouquecem.
Já não é sem tempo, todas obedecem.
Sou eu que chego.